Em eleições sob suspeita e com uma corte suprema acusada de favorecimento e ativismo judicial, o retorno de Lula ao poder ocorre em meio a protestos populares crescentes em todo o país. Em uma live com o jornalista e ativista Breno Altman, o eterno estrategista do PT, José Dirceu propõe que a esquerda vá às ruas no dia 20 de novembro para “medir forças”. Seguindo a estratégia da esquerda, o objetivo é oferecer à classe política de base do próximo governo uma força “popular” mesmo que pequena para justificar projetos autoritários que aguardam na gaveta prontos para serem implantados.

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Após a vitória de Lula nas eleições, astrólogos, tarólogos e demais místicos garantem que Lula pode morrer antes da posse. Alguns falam na volta do câncer. Especulações à parte, sabe-se que em 2015, pouco antes do ex-presidente ser diagnosticado com um câncer na laringe, Lula processou o jornalista Leandro Mazzini, que publicou uma matéria no UOL insinuando que Lula estaria com câncer. O Instituto Lula e o site do PT publicaram uma nota a respeito e tranquilizou a militância que o tal câncer era apenas um boato. Depois soube-se que era verdadeiro. Lula diz ter se curado do câncer, tanto com a ajuda de médicos quanto do místico preso por estupro e assédio sexual, João de Deus.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o presidente Jair Bolsonaro faça propaganda eleitoral para o ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão é uma resposta ao pedido da Campanha de Lula e da Rede de Sustentabilidade, em represália às suposta “campanha de fake news” feita por Bolsonaro contra Lula. Eventuais improcedências cometidas pela campanha petista serão, nos termos da decisão, considerados verdadeiros enquanto durar a campanha eleitoral, cabendo ao candidato aguardar o final do pleito sem participar de debates, enquanto o atual presidente o elogia em sabatinas na imprensa, conforme determinação do TSE.

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